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Tapetes Artesanais Orientais |
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| Bidjar |
| Região onde se reúnem os Xás monarcas, que governavam diversas regiões da Pérsia. As peças modernas costumam ser muito pesadas e, embora conservando os desenhos tradicionais, têm cores muito vivas. O nó empregado é o turco e muitos deles eram tramados com pêlo de camelo. |
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| Bakhtiari |
| Os motivos utilizados desde o início do século até os dias de hoje são uma mistura de geometrismo floral, em geral utilizando um padrão azulejado e, costumeiramente, um campo com desenhos de pêras. A cor amarela é predominante. Nas peças atuais é empregado o nó persa. |
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| Hamadan |
| Esta é uma das mais importantes regiões produtoras da Pérsia. Os Hamadan, em sua maioria, são tecidos em pêlo de cabra ou camelo, mesclando lã e algodão. Costumam ter desenhos hexagonais ou em forma de losangos, em especial medalhões de vergôntea e campo de padrões florais. O nó turco é mais comum nessas peças. |
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| Heriz |
| Esta região da Pérsia produz tapetes e empresta seu nome para a grande variedade de peças tecidas na região. Quatro destes tipos - Bakshis, Gorevan, Serapi e Tabriz - são considerados Hamadan. Os tapetes Heriz são versões mais finas do Gorevan, enquanto que os melhores, os tecidos em Ahar, só passaram a ser produzidos a partir de 1958. Em termos de estilo, são idiscerníveis. |
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| Tabriz |
| É a segunda maior cidade persa. Um dos principais centros mundiais da tecelagem de tapetes. A trama e urdimento são de algodão. Tabriz também é famosa por seus tapetes para orar, em seda, e por suas cópias de famosos e antigos tapetes com o motivo de caça, finalmente executados no século XIX, sob a influência européia. As peças seculares, geralmente apresentam um medalhão central, sendo comum um desenho da árvore da vida. |
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| Shiraz |
| Centro da grande região tapeceira do sul da Pérsia, inclui peças tecidas pelas tribos Kashkai e Khamseh, além das confeccionadas nos arredores Beshir e do lago Niris. Os Shiraz antigos usavam uma lã melhor do que quase todos os demais tapetes persas. Os tecidos, hoje, continuam empregando a lã para os fios da trama e urdimento. O mais usado é o nó persa. |
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| Bokhara |
| Teve sua origem no Cáucaso Oriental. Mais tarde sua tecelagem transferiu-se para o sul do antigo Império Persa, hoje cidade de Lahore. No Paquistão é tecido somente em lã. É o mais resistente dos tapetes paquistaneses. |
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| Mir |
| Da região da Pérsia. Os tapetes antigos eram tecidos na cidade de Mirabad, distrito de Sarawan. Existe a tendência de qualquer tapete, apresentando uma semelhança superficial com um Mir, ser denominado Saraband. Os produzidos nos últimos 50 anos sempre têm o padrão pêra e o campo vermelho. A pêra simboliza o útero da terra, a mãe que suporta a vida. Em maior quantidade, representa a prosperidade, sorte e fortuna. A trama e o urdimento são em algodão, sempre empregando o nó persa. |
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| Karachi |
| O Paquistão, hoje independente, pertenceu à antiga Pérsia e foi a partir do século XVI que estabeleceu-se na cidade de Lahoreo, maior centro tapeceiro do Oriente, comandado pelo imperador Akbbar, amante das artes. O Karachi é tecido com dois fios de lã e dois de seda, que lhe confere a resistência da lã e a beleza da seda. |
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| Mori |
| Karachí é a maior região tapeceira do mundo. Ao sul do Paquistão, produz o que chamamos de Paquistani e Mori. São tapetes que têm excelente qualidade e apresentam um toque suave e uma fina textura. Os tapetes Mori reproduzem desenhos de Tekke Bukhara com octógonos simétricos como nos Bukhara Reais usados para orar, e os Bukhara Princesa. Há forte influência religiosa em seus desenhos, com simbolismos ricos inspirados nas crenças budistas. |
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| lsfahan |
| Antiga capital da Pérsia, produziu os mais magníficos tapetes do mundo, durante os séculos XVI e XVII. Os Isfahan são conhecidos por seus pequenos formatos florais em padrões de losango sobre o fundo, em cujo centro geralmente existe um medalhão losangular, com medalhões triangulares em cada canto do fundo. As peças modernas têm os medalhões em vermelho. Outro conhecido Isfahan é o tapete com árvores e samambaias. Utiliza o nó persa e os fios da trama e urdimento são em algodão. |
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| Nain |
| A cidade fica a 100 km de Isfahan, Pérsia Central. Os peritos acreditam que os tapetes mais finos produzidos na Pérsia, atualmente, são de Nain. O motivo usado com mais freqüência é o Xá Abbas, sobre fundo creme, com um medalhão central circular e cantos triangulares. A borda principal costuma ser tecida sobre fundo azul. Estes tapetes são de produção moderna. |
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Outros |
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 Ambusson Chinês |  | |
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 Kilim Indiano Antique Wash |  | |
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 Kilim Indiano Stripel |  | |
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 Lã e Hemp - 80 Linhas |  | |
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 Lã Paquistanês |  | |
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 Fibra Natural |  | |
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 Patchwork (módulos de kilins turcos antigos) |  | |
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 Patchwork (módulos de tapetes turcos antigos) |  | |
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 Nepal Hemp (tapete de cânhamo e lã) |  | |
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 Ziegler Gabbeh (Paquistanês) |  | |
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 Ziegler Contemporâneo |  | |
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 Kilim antigo turco |  | |
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 Nepalês Contemporâneo |  | |
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 Zili Hemp |  | |
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 Ziegler Contemporâneo |  | |
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 Loribafte |  | |
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 Kilim antigo turco |  | |
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 Ziegler Contemporâneo |  | |
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