Paraíso sustentável no leste asiático

Resort esbanja charme ecológico no Vietnã

 

Resort de luxo, espaço eco-friendly e praias paradisíacas do Sudeste Asiático. Estes são os três principais ingredientes do hotel Six Senses Con Dao, no Vietnã. Oitenta por cento de todo o arquipélago de Con Son – onde fica o estabelecimento – faz parte de um parque marinho e nacional. Para chegar lá, é preciso pegar um voo de 45 minutos da capital do país e, em seguida, um transfer.

As dificuldades de acesso e preocupações com a preservação natural ajudam a manter relativamente isolado o hotel projetado pelos arquitetos do escritório francês AW2, que criaram um espaço com 35 suítes e 14 casas de até 194 m². Segundo Amalou Ledoux, uma das responsáveis pelo projeto, o isolamento geográfico foi um dos desafios. “O local é remoto e de difícil acesso. Isso teve um grande impacto na estratégia de design, levando à escolha das vigas de madeira pré-fabricadas como material principal”, afirmou em entrevista ao site designMENA.

A opção pela madeira como base de composição deixou o resort com uma cara rústica e acolhedora, sem excluir o conforto e o capricho de um hotel cinco estrelas. Apesar do uso de material pré-fabricado, Ledoux conta que houve uma preocupação em criar algo autoral. Por isso, as portas usadas no Six Senses Con Dao são de antigas construções vietnamitas e foram recicladas para o projeto. Além de serem um forte elemento visual, elas remetem à história do país e reforçam o aspecto artesanal do estabelecimento.

Um dos resultados do trabalho da AW2 foi o prêmio Green Good Design, recebido em 2011. A competição seleciona os melhores projetos sustentáveis nas categorias de design de produtos, construções e projetos urbanísticos. Entre as iniciativas do resort, está o programa de preservação da baía que ele ocupa, em parceria com o Parque Nacional. O local ainda é aberto para os pescadores da região.

Há também o Water for Kids (“água para crianças” em português). Dos 7 mil habitantes de Con Dao, 300 são crianças no jardim de infância. Todos os dias, a escola da ilha tinha de ferver litros-d’água, já que não havia sistema de água potável. Hoje, o hotel direciona 50% das vendas de um de seus restaurantes para a compra de um sistema de água pura. Uma atitude que faz sentido diante da diária de R$ 1.520 em uma suíte simples de frente para o mar.

Fonte: Casa Vogue Brasil

// 20 de dezembro de 2013
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